humanas idades

Farsa e tragédia, a história da terra no Brasil é a da repetição dos conflitos agrários, suas formas, desmandos e violências. Mesmo depois de “tanta reforma agrária”, “feita” por todos os governos desde o general Castelo Branco até o ex-retirante nordestino e ex-operário Lula. O quadro fundiário se modifica cosmeticamente aqui e ali para continuar o mesmo: a terra sob controle de antigos latifundiários ou modernos empresários, vedada ao acesso dos camponeses sem terra ou com pouca terra. Agora proibida a comunidades tradicionais. O método, o mesmo, da grilagem (apropriação fraudulenta da terra com base em documentos falsos) e da violência, privada ou estatal ou as duas combinadas. A resistência camponesa e a pressão da sociedade não conseguem alterar substantivamente esta “sina”. O afã do agronegócio e o mais recente boom dos agrocombustíveis (chamá-los “bio” é meia verdade) só fazem recrudescer o quadro e a conflitividade.

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Do Riacho Grande a Areia Grande: 30 anos de resistência camponesa à grilagem e aos agrocombustíveis – Por Ruben Siqueira

Comunidade Areia Grande | Casa Nova | Bahia | Brasil

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Pro quí, pro lí, pro culá | Coletivo Morena Foto

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